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Mercado reduz estimativa de alta do PIB em 2019 e revê crescimento para 1,70%

É a nona semana consecutiva em que o mercado reduz previsão de crescimento da economia. Por outro lado, expectativa de inflação para este ano permaneceu estável em 4,01%.

Os economistas das instituições financeiras reduziram a estimativa para o crescimento da economia neste ano – que passou de de 1,71% para 1,70%. É a nona queda consecutiva do indicador.

A previsão consta no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

O início das revisões para baixo na expectativa de crescimento do mercado financeiro para o PIB deste ano começou após a divulgação do resultado do ano passado – quando a economia avançou 1,1%.

Recentemente, o próprio Banco Central estimou uma expansão de 2% para a economia brasileira neste ano. Na última revisão do Orçamento, o Ministério da Economia projetou um crescimento de 2,2% para 2019.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro de expansão da economia permaneceu estável em 2,50%.

Os economistas dos bancos também não alteraram a previsão de expansão da economia para 2021 e para 2022 – que continuou em 2,5% para os dois anos.

Inflação

Para 2019, os economistas do mercado financeiro mantiveram a expectativa de inflação estável em 4,01%. A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% a estimativa de inflação – em linha com a meta central, de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Outras estimativas

Fonte: g1.globo.com






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